5 lugares proibidos do Planeta onde é melhor não dar moleza

Podemos pensar que, tendo vontade e dinheiro, é possível viajar para qualquer lugar. Bom, lamentamos dizer, mas não é bem assim. Há, na Terra alguns lugares que são proibidos.

Ilha Surtsey

Motivo da proibição: experiências científicas

Em 1963, nas águas da Islândia, um vulcão submarino entrou em erupção e, em pouco tempo, fez surgir uma nova ilha, com superfície de 2,7 quilômetros quadrados. De imediato, a ilha virou centro de atenções de cientistas de diversos países, já que representa um exemplo de como surge uma ilha e a vida em seu território. Desde então, Surtsey, assim chamada em homenagem a Surt, herói da mitologia nórdica, soberano do fogo, serve apenas a propósitos científicos, ficando totalmente fechada para turistas.

Ilha da Queimada Grande

Motivo da proibição: muitas cobras venenosas

A Ilha da Queimada Grande, também chamada de Ilha das Cobras, fica a 35 quilômetros da costa brasileira, na região de Peruíbe (SP), e só de longe parece um lugar paradisíaco. Viajar a este lugar pode até custar a vida, já que este pequeno pedaço de terra é dominado por cobras venenosas: nos 430 metros quadrados, moram cerca de 4 mil serpentes. A mais perigosa delas é a jararaca. Seu veneno é 5 vezes mais forte que o de outras cobras e sua picada provoca morte instantânea dos tecidos. Por isso, as autoridades brasileiras proíbem visitas à ilha.

Ilha Sentinela do Norte

Motivo da proibição: agressividade dos habitantes locais

Em uma das Ilhas Andamão, no Golfo de Bengala, vive uma tribo perigosa: eles evitam qualquer contato com a civilização e rejeitam agressivamente qualquer ’invasão’. Segundo os cientistas, os moradores do local passaram cerca de 60 mil anos isolados. Essas pessoas defendem com unhas e dentes o seu território: por exemplo, em 2004 eles lançaram flechas em direção a um helicóptero indiano que foi ’visitá-los’ após o tsunami. Suas últimas vítimas foram pescadores perdidos: após os assassinatos, autoridades da Índia pediram que seus cidadãos evitassem o lugar.

Santuário de Ise, no Japão

Motivo da proibição: a entrada é apenas para os escolhidos

O mais importante santuário japonês é o Grande Santuário de Ise. O santuário principal é rodeado por uma cerca de madeira, e apenas sacerdotes de alta estirpe e membros da família imperial podem entrar. Antes de 1945, Ise era ainda mais isolado: ele foi separado do mundo exterior pelo rio Miyagawa, que simbolizava a fronteira da terra sagrada. Os monges eram proibidos de atravessar o rio. Acreditava-se que isso desequilibraria a harmonia local e provocaria tragédias em todo o Japão.

Ilha Gruinard

Motivo de proibição: testes com armas biológicas

Em 1942, o governo britânico comprou a ilha escocesa Gruinard para realizar testes com a arma biológica ’antrax’. Durante os testes, descobriu-se que a substância havia contaminado 95% do lugar durante muito tempo, tornando-se fatal para a população. Até os anos 1980, a ilha era considerada a mais mortal do Planeta. Só em 1986, cientistas começaram a ’limpar’ o lugar e, em 1990, a ilha foi declarada segura. Porém, ninguém mostrou coragem suficiente para morar lá. Arqueólogos advertem que esporos do antrax ficaram no solo da ilha, o que significa que o local não será indicado para a vida pelas próximas centenas de anos.

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