7 verdades que você precisa saber sobre o adoçante que coloca no seu cafezinho

Bastante comum entre pessoas que estão de dieta ou querem manter o peso, o adoçante sempre é envolvido em polêmica e levanta a mesma questão de tempos em tempos: adoçante faz mal para a saúde? Segundo especialistas, o substituto do açúcar, quando consumido dentro das recomendações diárias, não causa danos ao organismo.

Você pode não saber, mas o uso de adoçante deve ser indicado por um médico ou nutricionistas que irá recomendar qual o melhor tipo de produto uma pessoa deve usar, de acordo com suas necessidades particulares. Para tirar todas as suas dúvidas, confira curiosidades, informações úteis, mitos e verdades sobre o adoçanteque você coloca no seu cafezinho:

diferença entre os tipos de adoçantes. Os dietéticos possuem doçura, mas não levam sacarose na composição, ou seja, são indicados para os diabéticos. Os demais adoçantes considerados não dietéticos têm como base a sacarose como elemento principal.

Adoçantes com edulcorantes podem adoçar muito mais uma preparação do que os com sacarose. Por isso, apenas uma quantidade pequena é capaz de deixar doces alimentos e bebidas.

Para seguir a recomendação diária do consumo do adoçante, faça a seguinte conta: o seu peso menos 25% = número de gotas.

De sabor amargo, o adoçante sacarina não tem calorias, mas carrega alta quantidade de sódio e, portanto, deve ser evitado por hipertensos.

Adoçante com menos de quatro calorias, o aspartame é um dos mais consumidos no Brasil. Alguns estudos apontam que o produto pode estimular o aparecimento da doença de Alzheimer e de câncer, mas as evidencias não são comprovadas.

O aspartame está presente em mais de 6 mil produtos em todo o mundo, como iogurtes, chicletes, sobremesas, bebidas, vitaminas e até pasta de dentes.

Aspartame não interfere no sistema circulatório, já que o corpo consegue fazer sua digestão completamente.

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