9 fatos que provam que emagrecer com bariátrica NÃO é fácil como acreditam

A cirurgia bariátrica, também conhecida como cirurgia de redução de estômago, é uma das soluções mais eficazes para combater a obesidade mórbida. Bastante agressivo, o procedimento não é um simples tratamento estético que tem como objetivo fazer a pessoa emagrecer, mas sim tratar uma doença muitas vezes atrelada a outras enfermidades como diabetes e pressão alta.

9 fatos que provam que emagrecer com bariátrica NÃO é fácil como acreditam

Portanto, engana-se quem pensa que perder peso com cirurgia bariátrica é algo fácil e muito menos que, após a operação, a pessoa poderá comer de tudo vida sem engordar. Quem se submete ao procedimento terá que lidar com uma série de cuidados e restrições depois da cirurgia para o resto da vida. Conheça fatos que provam que emagrecer com bariátrica NÃO é fácil como acreditam

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Antes de mais nada, vale lembrar que toda cirurgia é cercada de riscos. Apesar de muito baixa, existe sim uma taxa de mortalidade média relacionada à operação por via laparoscópica.

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Após a operação bariátrica, o paciente deve permanecer 21 dias se alimentando apenas de líquido.

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Um dos principais desconfortos do pós-operatório, aliás, é o medo de voltar a comer pequenas porções após a dieta líquida.

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Depois da cirurgia, a pessoa está sujeita a crises de hipoglicemia, que só podem ser evitadas com a alimentação regrada. Por isso, a solução é comer pouco e sempre. No máximo de três em três horas, e esse controle nem sempre é facilmente administrado.

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A cirurgia bariátrica é algo tão sério que, antes do procedimento, o paciente deve passar por uma avaliação psiquiátrica para verificar se está em condições de se comprometer com as mudanças radicais causada

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Quem possui histórico distúrbios de humor ou compulsão por comida, por exemplo, precisa antes tratar o problema para não correr o risco de transferir o vício para outro setor.

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O acompanhamento psicológico depois da cirurgia bariátrica ainda deve continuar para facilitar a transição de hábitos e comportamentos.

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A diminuição e dificuldade de absorção de nutrientes é outro conhecido efeito colateral da operação. Esse efeito faz com que, muitas vezes, a pessoa precise fazer um acompanhamento com um nutricionista para o resto da vida.

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Depois da cirurgia, ainda é necessário evitar outro problema chamado por médicos de síndrome de dumping. Isso ocorre se o paciente não segue à risca a dieta e exagerar no consumo de alimentos gordurosos ou pesados, como carboidratos brancos. A condição pode provocar uma série de sintomas desagradáveis, como suor frio, coração acelerado, aumento da pressão, cólicas intestinais e diarreia.
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