A artrose acontece por uma excessiva pressão e relaxamento das cartilagens ósseas, essa condição começa a ficar visível depois dos 32 anos, e se não tratada pode piorar até se converter em uma doença debilitante.

Quando as cartilagens são comprimidas repetidas vezes ou de uma forma intensa em casos de excesso de peso se gera um mecanismo de isquemia e reperfusão, isto faz com que se produza de forma exagerada radicais livres dentro da cartilagem. Os antioxidantes do corpo são ativados para neutralizar estes radicais livres, mas nem sempre são suficientes para uma dieta desequilibrada ou porque existe um excesso destas substâncias tóxicas.

A medicina ortomolecular busca a prevenção e a reconstituição da cartilagem. Para prevenir a doença esta terapia trata de corrigir as deficiências do sistema antioxidante do organismo, assim como evitar as causas que originam um excesso de compressão nas cartilagens.

Por outro lado, quando a artrose está avançada e a possibilidade de uma prótese é iminente, são administradas substâncias que o corpo assimila e que ajudam a reconstruir as cartilagens lesionadas. Algumas destas substâncias podem ser:

  • Condritin Sulfato
  • Manganês
  • Hydroxyproline
  • Vitamina C
  • Lisina
  • Proline
  • Glucosamina
  • Ácido alfa lipoico
  • Magnésio
  • Dimetil sulfóxido (DMSO)
  • Selênio
  • Zinco

Além disso, a medicina ortomolecular procura acalmar a dor que produz a artrose mediante formas naturais, tais como aminoácidos, vitaminas e minerais oligoelementos que atuam direta ou indiretamente, sobre o mecanismo da dor. Especialmente as vitaminas do complexo B e as derivadas do complexo B por sua ação antineuritica-analgésica e os aminoácidos que modificam o limiar da dor.

Por último, a medicina ortomolecular ajuda o corpo a se equilibrar e por sua vez trata condições que condicionam o estado de saúde em geral da pessoa, são incentivos para o agravamento da artrose, e que por sua vez fomentam o aparecimento de outros problemas.