Donald Trump afirma que ‘quem assassinar policial receberá pena de morte’

O novo presidente dos Estados Unidos pelo Partido Republicano Donald Trump de fato é um homem voltado a assuntos controversos, agora, basta se ter a certeza de que na prática o mesmo será eficaz quanto às promessas de campanha eleitoral ou mesmo aos discursos de efeito que continuou proferindo, tão logo soube que havia ganho a disputa pela eleição à Casa Branca em Washington. No próximo dia 20 de Janeiro, Trump assumirá o comando definitivo daquela que é nação mais poderosa da Terra e, para quem bem se recorda, o norte-americano disse em alto e bom som dias atrás, ou mais especificamente no final de 2016, o seguinte sobre a força policial nos #EUA: “quem assassinar um policial receberá pena de morte”, ou seja, de modo muito claro, pela fala do presidente, ele será um fiel defensor da já conhecida “tolerância zero” no que diz respeito ao aumento da violência na nação; tanto é assim, que o exemplo será iniciado com o apoio irrestrito à Polícia norte-americana como um todo.

Durante os debates televisivos, enquanto era candidato contra sua adversária política Hillary Clinton do Partido Democrata, Trump fazia questão de frisar que exatamente naquele dia “tantos” policiais tinham sido assassinados nos EUA, o que era uma manobra clara para chamar a atenção da opinião pública para o que, segundo ele, poderia ser classificado como inércia administrativa dos democratas em impor a ordem no país.

Disse Donald literalmente o seguinte: “um ataque contra as forças policiais é um ataque contra nosso país e contra nossas famílias. Nós devemos permanecer solidários às forças policiais lembrando-nos que elas são a fronteira que separa a civilização do caos total. (…) Qualquer um que assassinar um policial será submetido à pena de morte”. A afirmação bombástica, que ganha mais peso a cada dia que se aproxima a posse de Trump na Casa Branca, conquista a simpatia de muitos cidadãos daquele país, mas o temor em tantos outros, uma vez que a fronteira do que é real ou fica só no imaginário do presidente, ainda não está nem um pouco bem definida.

#Donald Trump durante a corrida eleitoral sempre fez questão de apregoar o respeito do cidadão comum diante das autoridades policiais, a quem ele chamou de “fantástica polícia” e complementou dizendo que o povo não é agradecido e nem respeita o suficiente os policiais. “É claro que há maçãs podres e coisas ruins acontecem, mas isso é divulgado pela imprensa por duas semanas e todos passam a odiar os policiais. O fato é que eles fazem um trabalho incrível e nós devemos dar a eles mais autoridade e respeito”, complementou Trump em seu proferimento.

De qualquer modo, o presidente Trump se apressou em lançar o convite para o tarimbado ex-prefeito da cidade de Nova York Rudolph Giuliani, com 72 anos de idade, a fim de que o mesmo integre a sua equipe de governo, provavelmente como secretário da Justiça. Giuliani não por menos, sempre deixou claro para todos que era um fiel defensor do plano político de Trump; além do que, o ex-promotor que atuou em casos diante da máfia do seu país, foi consagrado pela redução a quase zero dos índices de criminalidade em Nova York.

 

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