Dormir junto do celular pode ser mais perigoso do que imaginamos

A australiana Melanie Tan Pelaez se deitou ao lado do celular – e acordou com queimaduras de segundo grau no braço direito.

Na última segunda-feira (14), Melanie Tan Pelaez acordou com o braço dormente. Intrigada, ela demorou algum tempo para perceber que essa região do corpo estava, na verdade, bastante machucada.

“Fui me vestir e percebi que meu braço estava muito vermelho”, ela conta ao site News.com.au. “Fui a um clínico geral e ele me aconselhou que fosse diretamente ao hospital”.

Melanie tem 34 anos e está atualmente grávida. No hospital, ela descobriu que a vermelhidão no braço vinha de queimaduras de segundo grau causadas por um “objeto externo”.

“Eles me pediram para observar ao redor da minha cama, para descobrirmos qual seria a origem do ferimento”, diz.

Só havia um “suspeito” plausível: seu celular. “Nós vimos que as marcas no braço tinham o mesmo formato do meu telefone e do carregador”, revela a moça.

Depois de levar o aparelho a uma Apple Store, onde deixou seu telefone e seus dados, Melanie foi informada de que “não poderia ter sido o telefone” – já que, se fosse o caso, seu ferimento teria um “cheiro característico”.

Mais tarde, porém, foi informada de que seu celular havia sido enviado à Califórnia, onde serão realizados testes para entender o ocorrido.

Quanto às cicatrizes, ela já entrou em contato com um cirurgião plástico para descobrir o que pode ser feito.

 

 

No Facebook, a jovem deixa um alerta para os usuários do celular: “Por favor, tenham cuidado“, ela pede. “Eu sempre fui usuária do iPhone, desde o começo, e nunca tive nenhuma questão ou preocupação. É muito assustador e decepcionante que algo assim tenha acontecido – e que possa acontecer com outras pessoas”.

Ao News.com.au, a Apple revelou estar de fato investigando quais foram as causas da queimadura.

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