E os adolescentes rebeldes dos anos 2000 viraram adultos. Veja como a vida deles mudou

Os anos 2000 foram muito ricos em todos os tipos de subculturas, modas e tribos juvenis.Todo mundo se expressava como podia: índies, rappers e emo estavam por todos os lugares.

Só que eles cresceram, se tornaram adultos e, em muitos casos, deixaram para trás os tempos de rebeldia. Mas, afinal, assumir responsabilidades, ter um emprego e filhos quer dizer esquecer tudo o que você fez na adolescência? E isso é necessariamente bom?

E aí, você acha que estão melhores ou piores? Conte pra nós.

“Naquela época, me expressava usando acessórios baratos e pensava que isso era fabuloso. Hoje, sou mãe e esposa e trabalho como moderadora de conflitos”.

“Antes era emo; depois, gótico; e de novo emo. Agora com 27 anos tenho uma família, uma casa e sou analista de laboratório científico.”

“Gostava de ser diferente e agora gasto todo o meu tempo com meu filho.”

“Adorava brincar com minha aparência. Agora eu estudo design e me tornei uma pessoa séria”.

“Nunca poderia definir a qual tribo pertencia, tudo era apenas uma mistura do que estava acontecendo comigo. Agora, estudo arquitetura e trabalho.”

“Viajei de carona pela metade do mundo e agora trabalho em uma agência de viagens.”

“Antes, costumava passar o tempo caminhando em trilhas com amigos. Hoje, continuo fazendo trilhas. Trabalho em um banco, tenho uma namorada e estou construindo uma casa.”

“Antes, diria que a minha vida de hoje é chata, mas tenho marido, um filho, trabalho em um supermercado e quer saber? Estou feliz.”

“Antes, pensava só em meus amigos e em me divertir. Agora penso o mesmo, mas também em viajar e praticar esportes.”

“Antes, tinha o cabelo cheio de tranças, usava muitas pulseiras e praticava tae-kwon-do. Agora, sou faixa preta e tenho os meus próprios alunos.”

“A primeira foto foi tirada quando a minha namorada e eu estávamos começando a sair. Acho que agora estamos muito melhor.”

“Antes, ouvia punk rock só porque eu gostava de ser diferente. E agora eu trabalho com um centro de línguas e não estou mais interessada nessas coisas.”

“Naquela época estudava para ser designer, ouvia Brand New, Death Cab e Blink 182. Agora sou designer. Mas continuo ouvindo Brand New, Death Cab e Blink, só que com meu filho.”

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