Estes 7 mitos sobre gravidez não têm explicação científica e devem ser esquecidos

Além de ter preocupações extras com a alimentação e cuidados com o corpo e a saúde as futuras mamães ainda precisam ouvir inúmeros conselhos, dicas e supostos truques infalíveis para gestantes que passam de gerações para gerações. Mitos sobre gravidez não faltam e, na imensa maioria, não fazem qualquer sentido. Confira algumas superstições sobre o período que não possuem apoio científico e precisam ser ignoradas:

Mitos e verdades sobre gravidez

O desejo de grávida é um dos mais famosos mitos que sempre são ouvidos pelas futuras mamães e papais. A ideia de que o bebê nascerá com uma mancha na pele se a gestante não ingerir determinado alimento é completamente absurda e sem qualquer fundamento.

Quando a grávida sofre de azia, significa que o bebê será cabeludo. O mito antigo não possui base científica e não deve ser levado a sério. A irritação e possíveis desconfortos no estômago normalmente estão relacionados a alterações hormonais.

Ao contrário do que muitos pensam, fazer sexo durante a gravidez não prejudica o bebê e o pênis não incomodará o feto. Seguindo pequenas regras e posições específicas, especialmente nos últimos meses de gestação, o casal pode transar tranquilamente.

O formato da barriga não indica o sexo do bebê. O mito de que barriga pontuda indica gravidez de menino e redonda significa gravidez de menina não possui relevância científica.

Outra frase ouvida por gestantes constantemente é que grávidas precisam comer por dois. O período normalmente pode deixar a mulher com mais fome, mas não significa a necessidade de exagerar nos pratos ou forçar o apetite. Manter um cardápio equilibrado e o peso sob controle, aliás, é mais saudável para a mãe e para o bebê.

O mito de que mulheres grávidas não podem conviver com gatos é outro que já caiu por terra. Além de ser cruel abandonar o animal de estimação, ele não é responsável por transmitir doenças se vive dentro de casa e está com a vacinação em dia.

Mulheres grávidas podem sim praticar exercícios físicos, ao contrário do que muitos dizem. Com orientação médica e acompanhamento, a gestante só terá benefícios em manter o corpo ativo.

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