Gafes no sexo: 13 micos que você ou ele certamente já pagaram

É comum acontecerem algumas situações constrangedoras na hora H, afinal, este é um momento de muita exposição e intimidade. Mas, às vezes, a gente erra mesmo – e erra feio. Veja se você consegue se identificar com as gafes abaixo. Certamente, você ou o seu parceiro já cometeram algumas delas:

Exagerar no carão ou gemidos. Além de ser desnecessário fingir o prazer, o parceiro ou a parceira conseguem perceber a forçada de barra.

Deixar escapar um pum. Não é bem uma gafe: às vezes, sai e não dá para segurar. Mesmo assim, o climão é inevitável.

Chamar pelo nome errado. O cara chama Bruno e você solta um “Fê…”. Não adianta corrigir, o estrago já foi feito.

“Chutar” as partes baixas dele sem querer. No calor do momento, você colocou a perna no meio das dele com muito fervor e acabou machucando. Pode ser que ele precise de um minuto para se recuperar, mas o clima logo se reestabelece.

Acidentes causados por excesso de excitação. Vocês estão tão empolgados que acabam chutando, arranhando, estapeando – enfim, agredindo o parceiro ou parceira de alguma forma, porém sem intenção. Se a coisa está boa, vocês só vão perceber os hematomas mais tarde.

Crise de riso. Por algum motivo (provavelmente o mesmo que te leva a gargalhar durante o velório ou no meio do elevador lotado), você ficou nervosa e começou a rir sem parar. E ele ficou sem entender nada, achando que tinha pagado algum mico.

Erro de mira. Às vezes, eles dão essa desculpa só para tentar a sorte na porta de trás. Mas, em alguns casos, ocorre um erro genuíno. Geralmente, é em um momento de empolgação e velocidade máximas, em que o pênis sai por completo da vagina e acaba entrando no ânus ou batendo no períneo (região logo abaixo da vulva). Em ambos os casos, há dor envolvida.

Exagerar na conversa picante sem saber se o parceiro curte ou não. Um pouco de “dirty talk” é sempre bem-vindo, mas tem gente que gosta de falar frases e expressões mais pesadas. O parceiro pode acabar ficando sem graça, chocado e até ofendido com tamanha desinibição.

Um tapinha dói ou não dói? Tem gente que se excita com tapas, arranhões e puxões de cabelo, e tem gente que acha isso extremamente desrespeitoso. Não tem jeito: só dá para descobrir perguntando. Tentar a sorte e praticar agressões sem conhecer a preferência do parceiro é uma gafe perigosa e muito séria.

Dormir no meio do sexo. Ninguém se orgulha disso, mas acontece – e não é pouco. Geralmente, é uma consequência do excesso de álcool, mas, às vezes, você só está cansada mesmo, e aí, dá aquela rápida pescada.

Tentar uma posição que simplesmente não rola. O que deveria encaixar não encaixa, ou então vocês ficam tortos, desconfortáveis. Até tentam alinhar os pontos, mas não adianta. Leva alguns instantes para vocês admitirem que essa posição não funcionou – e eles são bem constrangedores.

Carícia não identificada. Sabe quando o cara acha que está arrasando nas preliminares e você só consegue pensar “que raios é isso que ele está tentando fazer? Quem disse para ele que isso era bom?”. Então…

Ficar se admirando no espelho no teto do motel. Você se deparou com seu reflexo e pensou “essa é a cara que eu faço durante o sexo?”, e aí ficou testando diferentes expressões. E ele se tocou que você estava mais interessada em você mesma do que qualquer outra coisa, e a situação ficou meio chata.

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