Glória Maria é chamada de “deselegante” e bate boca nas redes sociais

Seguidora disse no Instagram que a jornalista não aceitou tirar foto com ela. Glória Maria explicou o motivo: “Não aceito falta de educação”

Glória Maria foi chamada de “deselegante” e “metida” em suas redes sociais e não deixou barato. A jornalista foi acusada de ter se recusado a tirar foto com a fã. Ao ver a postagem, ela fez questão de explicar seus motivos e devolveu os “elogios”.

Glória Maria responde a seguidora que a criticouReprodução/Instagram

Glória Maria responde a seguidora que a criticou

“Você foi deselegante comigo …Não aceitou meu pedido de foto. Me deixou muito sem graça. Já haviam me dito que você era metida agora ficou comprovado. Deixa”, escreveu a seguidora, que ganhou uma resposta de Glória Maria: “Querida, deselegante foi você que queria uma foto e, ao invés de chegar perto e pedir, ficou do outro lado da rua me chamando aos berros e gritando pra que eu fosse até onde você estava. Carinho é ótimo e costumo atender qualquer pessoa. Mas não aceito falta de educação. Um bom ano pra você”, disparou.

Os demais seguidores apoiaram a estrela do “Globo Repórter”. “Muito bem, Glória, educação não faz mal a ninguém”,  “Existem fãs inconvenientes mesmo! Admirar é uma coisa. Correr atrás é outra, eu não faço isso de jeito algum!”,  “Boa, xará!! É por essas e outras que te admiro tanto”, comentaram.

Trajetória

Glória Maria Matta da Silva nasceu no Rio de Janeiro e, filha de alfaiate e dona de casa, estudou em colégios públicos estaduais, aproveitando bem as aulas. Em 1970, uma amiga a levou para ser rádio-escuta da Globo do Rio, enquanto ainda estava na faculdade de Jornalismo da PUC carioca e conciliava com o emprego de telefonista da Embratel.

A primeira reportagem em que Glória Maria aparece foi em 1971, acompanhando o o desabamento do Elevado Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro. Outras coberturas importantes vieram nos anos 70, como o assassinato da socialite Ângela Diniz. Tornou-se a primeira repórter a aparecer ao vivo no “Jornal Nacional” em 1977, contando o movimento das estradas cariocas para o fim de semana, na primeira matéria a cores do telejornal.

Nos anos 80, Glória Maria foi enviada para a Guerra das Malvinas, os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, quando ganhou destaque ao fazer o campeão mundial dos 100 metros rasos Carl Lewis antecipar com exclusividade para o “Fantástico” parte do juramento olímpico. Após o primeiro Rock in Rio, em 1985, foi transferida para revista eletrônica de domingo no ano seguinte, pela qual viajou para vários países.

O fascínio de Glória Maria é conhecer povos, culturas e valores de várias partes do mundo, passando perrengue ou não. Ela já declarou que conheceu mais de 160 países e tem cerca de 15 passaportes preenchidos por carimbos. Vários famosos internacionais foram entrevistados pela jornalista, como Madonna e Michael Jackson. Além, claro, do rei Roberto Carlos, várias vezes.

Foi apresentadora do “Fantástico” de 1998 a 2007, quando pediu um período sabático para a Globo e foi atendida. No período fora da TV adotou Maria, hoje com 8 anos, e Laura, com 7. Seu lado mãezona pode ser visto todos os domingos, quando sai para passear pela orla do Rio com as duas.

Nos anos que ficou afastada das reportagens, Glória Maria também se dedicou a projetos pessoais, como se tornar voluntária na Índia e Nigéria, cuidando da população pobre.  O retorno ao jornalismo veio em 2010, no “Globo Repórter”, fazendo desde então o que gosta: viajando o mundo.

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