Jovens dos anos 1960 transavam bem mais do que jovens de 2016, diz estudo

Sites de namoro, aplicativos de paqueras e grande liberdade sexual poderiam indicar que os jovens, hoje, seriam bem mais sexualmente ativos do que seus pais ou até avós.

A verdade, porém, é exatamente oposta, segundo uma recente pesquisa realizada pela pela Universidade Atlântica da Flórida, EUA.

Jovens de hoje fazem menos sexo do que os de antigamente

Publicado pela revista Archives of Sexual Behavior, o estudo mostra que jovens dos anos 1960 transavam bem mais do que jovens de 2016. O levantamento indica que, entre pessoas nascidas nos anos 60, a taxa de pessoas sexualmente inativas era de 6%, enquanto que, entre os nascidos entre 1980 e 1990, o índice chega a 15%, número superior apenas a indivíduos que nasceram nos anos 1920 e enfrentaram grande depressão econômica, apontada como uma das causas da falta de sexo.

Os motivos pelos quais a chamada Geração Y transa menos do que os jovens de antigamente ainda não são claros, mas, segundo Ryne Sherman, psicólogo e um dos líderes da pesquisa, o maior acesso à educação sexual, consciência sobre doenças sexualmente transmissíveis e facilidade no consumo de pornografia estariam entre as mais prováveis razões.

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