Menino sírio está ferido e encontra amor nos braços de um enfermeiro. E veja o que acontece quando ele tenta largá-lo

Você deve estar ciente a respeito do cenário caótico e desesperador que tomou conta da Síria. Há 5 anos, o país vem passando por uma guerra civil.

O conflito é notícia constante na mídia e cada vez mais cidadãos inocentes, aqueles que não querem ou não conseguem abandonar o país, se tornam vítimas do quadro destrutivo e sanguinário da guerra.

E dentro deste panorama, um pequeno menino simboliza os impactos do conflito em território sírio e vem comovendo o mundo. Na cidade de Aleppo, crianças ficaram gravemente feridas após serem vítimas de um ataque.

Uma delas chamou a atenção ao abraçar com toda força um médico que prestava socorro no local. A criança estava muito assustada e não queria, de jeito nenhum, se soltar do rapaz.

Pela foto, percebe-se o quanto a guerra vem sendo cruel para os habitantes da Síria. A criança, apavorada, não parava de chorar. Vidas inocentes estão sob constante perigo no país.

De acordo com membros da SAMS (Syrian American Medial Society), uma instituição que vem prestando auxilio às vítimas, esta é a situação que as crianças sírias devem enfrentar todos os dias.

Os membros da SAMS também ressaltaram sobre as dificuldades na prestação de ajuda à população. Segundo eles, os hospitais estão se enchendo com lotação bem acima de sua capacidade, e a falta de remédios e médicos vêm sendo crucial na dificuldade para suprir toda a demanda de feridos.

A situação vem se agravando cada vez mais e o quadro atual não dá perspectiva de melhora.

No vídeo abaixo, foi filmado o emocionante momento em que o médico, com todo o carinho, abraça o pequeno menino que não quer soltá-lo:

 

É devastador que não só as crianças, mas também todos os cidadãos, estão sujeitos a esta triste realidade no país asiático. E é frustrante que pouco pode ser feito para que suas vidas voltem ao normal.

Infelizmente, enquanto o ser humano for irracional o suficiente para destruir a sua própria espécie, estes contextos de caos e tragédia ainda estarão muito presentes.

Vimos em catholicus.org.br

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