Mulher teve que fazer cirurgia para retirar brinquedo sexual do traseiro

Mais do que uma revelação, se trata de um alerta para outros casais. Emma Phillips, de 24 anos, contou como foi a sua visita mais “envergonhada” na urgência de um #Hospital. Depois de uma noite mais animada, e com algum álcool de mistura, Emma estava passando as primeiras horas da manhã junto com o namorado, quando um brinquedo sexual que estavam usando, acabou desaparecendo… dentro do seu traseiro. O casal ainda tentou, durante mais de uma hora, retirar o aparelho, mas, após várias tentativas, acabaram desistindo e pedindo ajuda médica, que a salvou desse aperto, mas não impediu a vergonha.

Sentiu vergonha e pânico, quando nem os médicos pareciam encontrar uma solução. Quando chegou na urgência do hospital, no norte de Gales, Emma fez alguns exames, que mostravam onde estava esse vibrador sexual com mais de 17 centímetros e ainda funcionando. De tal forma que esta jovem professora estagiária começou sentindo o vibrar perto do seu estômago. Por essa altura, já os médicos falavam que seria impossível retirarem o brinquedo manualmente e teria que ser mesmo com cirurgia. No pior dos casos, ela poderia ficar usando uma bolsa de colostomia.

Nesse momento, já Emma estava mais assustada e teve mesmo que ligar para os seus pais, contando o que estava acontecendo. Pensou mentir a alterar um pouco a historia, mas acabou falando a verdade, porque sua filha de dois anos tinha ficado com os avós, enquanto ela passava a noite fora, com o namorado.

Apesar dos medos, uma vez que o brinquedo sexual estava mais longe, a cirurgia correu bem e Emma apenas saiu com a recomendação de que deveria descansar desses brinquedos, durante os próximos tempos.

A jovem professora sabe que esse caso não é assim tão inédito e existem até algumas pessoas ficando com problemas sérios e até morrendo, por não recorrerem à urgência, por vergonha. Ao contrário de Emma, que pediu ajuda no hospital e, mais tarde, contou a história, no #Facebook, onde esclarece que este assunto não deveria ser um “tabu” como é. Ao contar a sua história, a professora espera que as pessoas façam como ela e, em caso de “acidente”, que procurem um hospital, e não fiquem envergonhados, em casa, esperando que saia por milagre. “Tive que tomar alguns analgésicos”, contou Emma, que saiu do hospital, garantindo que vai “tomar um pouco mais de cuidado no futuro”

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