O primeiro homem criogenizado, há 50 anos, aguarda sua ressurreição

Em 1967, um rapaz chamado James Bedford foi submetido a um processo chamado de criogenização.

Em 1967, um rapaz chamado James Bedford foi submetido a um processo chamado de criogenização (congelamento do corpo humano a temperaturas extremamente baixas). A esperança era que o homem, que morreu aos 73 anos por conta de um câncer renal, pudesse voltar a viver no futuro. Para isso, recebeu uma injeção de dimetilsulfóxido, um composto químico que, acredita-se, tenha a propriedade de conservar órgãos.

No ano de 1991 foi feita a primeira inspeção no corpo de Bedford, e para tanto os cientistas precisaram destruir a capa de concreto que cobria a cápsula, para submergí-la em nitrogênio líquido e a partir dali avaliar o estado do corpo do rapaz.

Para a surpresa dos cientistas, o corpo congelado parecia mais jovem do que seus 73 anos.

Ainda que até hoje não se vislumbre um processo de descongelamento e ressurreição, Bedford se converteu em um símbolo para aqueles que acreditam na criogenia. Tamanha admiração faz com que todo dia 12 de janeiro seja comemorado por elas como o “Dia de Bedford”.

No momento, a comunidade científica segue esperando avanços tecnológicos para que a criogenia possa ser levada mais a sério.

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