O que acontece com seu corpo quando você troca o pão pela tapioca

Duas fontes de carboidratos simples, o pão e a tapioca, os dois também têm alto índice glicêmico. No entanto, a versão do pãozinho francês tem uma quantidade grande de fermento e, seu processo de produção, leva muitos ingredientes que agregam calorias extras. Sua fermentação pode provocar desconforto gástrico, dor abdominal, e até gases.

A tapioca (quando feita do polvilho doce hidratado, e não a fórmula comprada pronta no supermercado) é totalmente natural, produzida somente com a goma da mandioca. Sua farinha possui a vantagem de não conter glúten, uma proteína do trigo que, quando consumida em excesso, desencadeia inflamação no organismo, favorecendo o acúmulo de gordura no abdômen.

Em quantidade de calorias, a tapioca se equivale a uma fatia de pão branco ou integral. Ela é rica em carboidratos, mas não contém sódio e não leva gordura no preparo. Por outro lado, é pobre em fibras, proteínas e é um alimento de alto índice glicêmico.

Esse índice é o que diferencia a velocidade com que os carboidratos são assimilados na nossa corrente sanguínea. Um alimento com baixo índice glicêmico, como a batata doce, tem liberação de insulina lenta, com poucas alterações glicêmicas.

Já um alimento de alto índice glicêmico (IG), como a tapioca, tem liberação rápida no sangue e provoca hiperglicemia. Esse quadro estimula a liberação do hormônio insulina responsável por controlar os níveis glicêmicos.

No caso da tapioca, mesmo tendo um alto IG, quando consumida junto com alimentos ricos em fibras e proteínas, pode evitar o quadro de hiperglicemia. Para equilibrar o índice, adicione proteína através de carnes e grãos como quinoa e chia; e fibras, como vegetais e linhaça, no recheio ou na massa.

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