Se atreveu a capturar com sua câmera as mortes pálidas e frias nos laboratórios forenses

“O lado mais frio e obscuro da morte”. (ATENÇÃO: este post contém material explicito que pode afetar a sua sensibilidade).

O fotógrafo Patrik Budenz capturou o lado mais frio e obscuro da morte: o que acontece com o corpo ao se desprender da alma. Ele solicitou entrar no Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses de Berlim em 2007 para começar seu projeto “Search for Evidence” (Em busca de Evidências), e fotografou o processo de autópsia. Em seu livro “Post Mortem”, fala sobre como tratam aos corpos, de forma tão desapegada e fria, e o que acontece com a carne de uma pessoa que em algum momento respirou.

Sem mostrar o rosto ou detalhes pessoais, cada imagem mostra partes de quem morreu por acidente, assassinato ou outro motivo desconhecido. O trabalho do fotógrafo é impactante:

A iniciação: quando trazem o corpo.

 

O primeiro contato.

 

Os resíduos saem…

 

Indagando o profundo. 

A classificação de um corpo.

 

A cor da morte.

 

Começando o processo de corte.

 

A costura. Se concluiu a autópsia.

 

Pronto para ser velado.

 

A cremação.

 

O corpo em seus próprios fluidos.

Preparando o corpo para a cerimônia.

 

A despedida.

 

A cremação: o fim do corpo.

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