Tirei três namorados gays do armário!

Até me conhecerem, eles eram heterossexuais. Mas após um tempo comigo… Tudo homossexual!

Estava eu bem tranquila quando tocou o telefone. Era meu ex-namorado. A gente tinha terminado havia três dias e ele queria que eu fosse vê-lo de qualquer jeito. Fui. “Ontem à noite saí pra balada…”, ele começou, “e acordei hoje num motel, só de cueca, com um alemão do lado”. O coitado andava de um lado para o outro, desesperado. Queria que eu o ajudasse a descobrir se tinha sido ativou ou passivo, sabe? E foi assim, colega, que descobri que meu primeiro namorado tinha virado gay depois de ficar comigo. Foi o primeiro de três – e até hoje estou na dúvida sobre um quarto moço, mas deixa para lá.

Nem todo gay desmunheca

Não sei o que tenho que atrai os gays. Desde que entrei na faculdade, em 2005, eles se aproximam de mim. Eu fazia rádio e TV e Jornalismo, dois cursos cheeeios de homossexuais! Mas os que eu conhecia eram afetados, do tipo que requebra o quadril, desmunheca, fala “Ai, bee, adórommm!” e leva mais tempo se arrumando do que você, mulher. Então, achava que todos eram assim. Mas minha experiência provou o contrário. Tem muito homo discreto, que jamais usa camiseta justa com decote em V e nunca diz que vai “ferver na boate”. O problema é que não saber disso e viver entre gays me colocou em um monte de furada…

Conheci um dos meus namorados na balada. Ele estava querendo começar a carreira de cabeleireiro. A gente ficou junto um mês e pouco, mas só no beijinho, porque ele dizia ter “bloqueio” com sexo. Havia transado cinco vezes com uma ex e só. Com esse eu fui bem cega, porque ele adorava me maquiar e mexer no meu cabelo. Por si só, isso não significa nada, mas fazer essas coisas e NÃO ir para cama comigo… Ah, significa! O caldo entornou quando ele foi para uma festa de amigos meus enquanto fiquei em casa lendo tarô para umas meninas. Tarde da noite, toca o telefone. Era um amigo perguntando se poderia ficar com meu namorado porque estava um clima legal entre eles na cama. Oi?!

Fiquei irada! Comigo ele tinha bloqueio e com o meu amigo não?! Quando os dois chegaram em casa no dia seguinte, meu já ex – porque é óbvio que eu terminei – estava transtornado e implorou para eu jogar cartas para ele. Pedi para ele mentalizar uma pergunta e mal virei a primeira carta ele gritou: “Eu sou gay?!”. Encarei a criatura e disse: “Querido, você não precisa de cartinha pra saber se é gay, né?”.

Aí, arrumei outro namorado. Era tão gentil… Fazia questão de pagar minhas bebidas. “Qual drinque você quer?”. E taí uma diferença fundamental entre gays e héteros: gay não pede cerveja. Ele pede uma marca específica de cerveja. E na maioria das vezes prefere drinque ou vinho. Para mim, a bebida mais gay é vodca e a mais hétero é uísque.

Então, esse boy não falava afetado, não se preocupava com aparência e não requebrava. Namoramos por três meses. Só que foram três meses de pouco sexo. Terminamos porque eu o coloquei contra a parede e ele disse ter um amor impossível por outro cara… que era casado! Fiquei passada. Teve ainda o terceiro namorado mas, olha, nem vou me estender na história desse. Só digo que era religioso, mas curtia usar minhas calcinhas e assistir pornô gay. Se dizia hétero, mas era um enrustido!

Dei o “empurrão” que precisavam

Com toda essa bagagem de ex que saíram do armário comigo, surtei. Todo homem que passasse pela minha mão viraria gay? Seria um talento meu? Na dúvida, tirei uma semana para falar com os meus ex-bofes sobre isso. Eles disseram que eu era independente, forte e honesta, sem medo de dizer o que pensava. Aí, acabavam se inspirando em mim para se assumir! Sem saber, eu dava aquele empurrãozinho que faltava, saca? Eu podia ter ficado paranoica para sempre, mas sabia que isso só ia me deixar travada para conhecer caras novos e aí, sim, ficaria para titia. Preferi ter paciência e sigo esperando a pessoa certa.

Depois dessas decepções, namorei o Fábio, pai da minha filha, por três anos. Como os meus amigos não perdoam, na época, o coitado ouviu todo tipo de piada. Quando começamos a sair, perguntavam se ele tinha certeza da masculinidade, já que uma vez comigo… Ele nem ligava! Hoje estou sozinha, mas ainda espero por um par que não repare em roupa, celulite, desconheça música pop e que não rebole mais que eu na boate. Uma hora eu acerto!

Este é um site de noticias,curiosidades e tratamentos,ele não substitui um especialista.Consulte sempre seu médico.

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