Vídeo: Mulher Melancia dança hit de sucesso, mas um detalhe faz ela pagar mico

“Deu Onda” continua no seu caminho, até agora desimpedido, para se impor como hit absoluto do verão 2016-2017. A música de Gabriel Paixão Soares, o MC G15, estreou em primeiro lugar entre as brasileiras no iTunes no dia 26 de dezembro, foi a música mais vendida na plataforma na última semana de 2016 e, naquela semana, foi também a mais ouvida em território nacional nos serviços de streaming Spotify, Deezer e Apple Music e encabeçou a lista “50 virais do mundo” do Spotify.

Já dançaram – e postaram devidamente o resultado nas redes sociais – a ex-BBB Ana Paula Renault, Viviane Araújo, Gretchen, o craque Ricardo Goulart (ex-Cruzeiro, atualmente jogando em um clube da República Popular da China) e a esposa Diane Goulart.

A mais nova adesão de peso – e de volume – ao hit foi a #Mulher Melancia, que postou sua versão de coreografia para a canção. Faltou, porém, combinar com o cachorro da funkeira, que se meteu no meio da gravação a agarrar a voluptuosa perna da dona, causando nela uma crise de riso.

O fato de a música ter conquistado as massas e as celebridades não quer dizer que ela não cause ainda um certo constrangimento à musa de MC G15. Ingryd Tawane, namorada do funkeiro desde os 13 anos de idade – ambos têm 18 anos agora e moram juntos em um apartamento comprado pelo cantor na capital paulista- é o objeto do desejo cantado na música (“Eu preciso te ter/Meu fechamento é você, mozão”). É preciso, neste ponto, lembrar que, para atingir um público mais amplo, a canção, que tinha uma letra com palavrões e falava de sexo de uma maneira ruborizante, ganhou uma versão mais light, que, no entanto, não dispensa referências à maconha. A estratégia deu certo, como se viu, e a música estourou nas pardas de sucesso e se tornou ubíqua à altura da passagem do ano.

Em tempo: em 28 de dezembro do ano passado, o site da revista Veja SP noticiou que, levado pelo sucesso avassalador de “Deu Onda”, o cachê de MC G15 tinha subido 500% e ele estava fazendo vinte shows por semana. Além disso, segundo o site, o agente do funkeiro informou que o artista recusou um cachê de 120.000 reais para se apresentar em uma festa de virada de ano – preferiu manter as férias que já tinha planejado.

Nada mal para um filho de ajudante de obra que ajudava o pai no trabalho enquanto pensava em música. “Ele sempre foi um guerreiro e trabalhava para ajudar a mãe e os irmãos. Sempre foi meu orgulho”, diz Ingryd.

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