Você provavelmente já foi vítima de gaslighting e não sabe. Ler isso vai mudar sua vida

Ao contrário do que muita mulher ainda imagina, um relacionamento abusivo não se restringe apenas a agressões físicas ou mesmo xingamentos. Sem perceber, muitas acabam presas a um namoro ou casamento que, de forma sutil, acaba minando a autoestima e a confiança através de comportamentos aparentemente inocentes de agressores que diminuem e desvalorizam suas parceiras.

Um exemplo de abuso, que você provavelmente já foi vítima, é chamado de “gaslighting” e, apesar do nome complexo, o significado pode soar bastante comum para você. “Gaslighting” é uma forma de abuso psicológico no qual informações são distorcidas e/ou omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade.

Os casos podem variar da simples negação por parte do agressor até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima. O termo “gaslighting” partiu de uma peça teatral do fim dos anos 1930 chamada “Gas Light” e também tem sido utilizado na literatura clínica.

Um exemplo clássico de “gaslighting” é quando, durante uma discussão ou acerto de contas entre o casal, a mulher se abre, demonstra suas emoções e é chamada de “louca” ou “histérica” pelo companheiro que, além de negar as acusações, por mais que sejam verdadeiras, ainda tenta colocar em prova sua capacidade de argumentação, evitando o confronto por considerar que a parceira está “fora de controle”.

Se a situação já aconteceu com você ou é algo presente no seu relacionamento, é preciso entender que você não está sozinha e que não há nada de errado com você, por mais que o companheiro insista em tentar fazer com que suas atitudes, sentimentos e argumentos são inválidos e resultados de “algo da sua cabeça”.

Portanto, fique sempre atenta aos sinais, por mais sutis que eles possam parecer e não se deixe levar por um relacionamento abusivo que poda seus sentimentos. Você deve conhecer a importância de se impor e não ter vergonha de expor seus medos, dúvidas, receios, lágrimas e ponto de vista.

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